um sábado como outro qualquer

Ontem resolvi que ia cortar o cabelo. Estava cansada do chanel com ponta que eu tenho usado a mais de um ano e meio. Ficava aquela coisa reta emoldurando meu rosto e que eu queria deixar crescer, mas com aquele retão estava difícil e por isso deixava ele sempre preso. Principalmente com esse calor escroto e essa umidade maravilhosa típica aqui de Florianópolis e que deixa qualquer cabelo péssimo. 
Enfim. Como queria deixar ele crescer, escolhi um corte que não tivesse volume e que fosse meio compridinho. E levei este aqui pra ela ver, que é bem pouco maior do que estava o meu.
Quando eu mostrei pra ela comentei que o meu era menor e tals, ela respondeu algo do tipo: “é, vai ser um projeto”. Pois é. Um projeto mesmo. Porque meu cabelo não está em absolutamente NADA parecido com isso. Nem de longe. E está minúsculo. Sei lá. Eu nunca liguei pra cortar cabelo porque cabelo cresce, mas bah, eu não gostei muito não. Bom, pelo menos ele agora tem um corte pra poder crescer menos feio. E eu vou fazer logo uma escova inteligente nele porque só assim ele pode ficar apresentável. 
Nossa, dois parágrafos pra um corte de cabelo. 
Pois então, o salão é no shopping e é praticamente impossível ir num shopping e não comprar nada. Isso só é possível para o tipo de pessoa como a minha mãe, que entra determinada a fazer o que tem que fazer e não olha para os lados. Eu não sou assim, infelizmente. Fico perambulando até achar alguma coisa que eu precise e que esteja ao meu alcance financeiro no momento. Isso é péssimo, eu sei. haha
Sapatos. Não. Fora de cogitação. Assim como as roupas. Tentei passar longe.
Mas daí me lembrei das americanas, que sempre tem dvds baratinhos e coisas úteis pra vida. Logo de cara já vi a parte de material escolar em destaque e fui verificar (adoro material escolar e canetas e tudo de papelaria). Daí me lembrei que precisava de um estojo e não tinha achado nenhum decente quando eu fui comprar material escolar para meu irmão. E lá estavam dois modelos de estojos dourados, bem mulherzinha. haha Coloquei os dois na cestinha, depois eu me decido, eu pensei. Peguei já três canetas e fui andar pra ver se tinha mais coisas que precisava. Peguei uns cds pra gravar musicas pra ouvir no carro quando eu voltar pra São José. Peguei um biquini, olhei os dvds e não peguei nada, apesar de querer. E passando uns 10 minutos eu desisti do biquini. hahah ainda bem. 
E foi isso por lá. 
Depois passei na Saraiva e eu ia levar o Império do Efêmero que eu estou lendo o que eu emprestei na biblioteca, mas acabei levando pelo mesmo preço dois livros da lpm pocket. E que maravilha essa lpm pocket! 
Comprei estes dois livros pensando em dar de presente pra duas pessoas, mas elas que me desculpem porque eu vou ler primeiro. O Pulp eu comprei pensando no meu irmão que disse que estava com saudade de ler Bukowski e ele já leu tudo o que eu tinha aqui. E o 1933 foi um ano ruim do Fante, eu comprei pensando no Romullo que sempre procurou por esse livro nos sebos da vida. 

O 1933… eu já comecei a ler hoje e estou na metade. Realmente muito bom de ler. E segundo a notinha da contra-capa, esse livro só saiu depois de muitos esforços por parte do velho safado. Lembro que ele escreveu na apresentação do Pergunte ao Pó dizendo como o Fante foi a única coisa boa que ele encontrou pra ler ou algo do gênero. 
E é isso. Acho que vou ver mais um filme logo mais acompanhada de uma jarra de suco de limão bem gelada.
E assim termina mais um sábado.




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um sábado como outro qualquer

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